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MAIO MÚSICA 2017

Publicação1

CICLO DE CONCERTOS MAIO MÚSICA 2017

06 a 26 de Maio 2017

ENTRADA LIVRE

 

 

Grupos Convidados:

 

Ensemble Clarinete Modus

 

Em abril do próximo ano o Ensemble Clarinete Modus irá fazer 27 anos tendo realizado mais de centena e meia de actuações em proveito da difusão da cultura no nosso país.

Ao longo desta extensa actividade artística realizada em Portugal, mas também por Espanha e França esta formação instrumental acumulou um extenso reportório que lhe permite realizar, em concerto um programa variado ou uma série de concertos temáticos: (1) música portuguesa (originais de Sérgio Azevedo e Eurico Carrapatoso e transcrições de Leonel Duarte Ferreira, Amália Rodrigues, Luis de Freitas Branco, Joly Braga Santos e Fernando Lopes-Graça); (2) música clássica (original de Wolfgang Amadeus Mozart e transcrições de Carl Maria von Weber, G. Bizet, G. Rossini, J. Brahms);

(3) música klezmer, tango ou jazz (originais de A. Ciesla e transcrições de A. Piazzolla, W. C. Handy e Henry Mancini).

Ensaiando habitualmente em Lisboa, muito gostaríamos também de mostrar o produto deste trabalho, partilhando a nossa música com a população nabantina em um ou mais concertos/ atividades incluídos na programação regular da Canto Firme de Tomar – Associação de Cultura.

- 6 de maio de 2017, às 21h – Concerto por Rafaela Albuquerque e o Ensemble Clarinete

Modus formado pelos clarinetistas Manuel Jerónimo, Filipe Morais, Sérgio Jerónimo, Susana Valente

Daniel Frazão e João Pedro Santos.

 

Programa:

 

- Concerto K.622 (2. Adagio) (1791) deWolfgang Amadeus Mozart(1756-1791) (transc.M. Jerónimo) solista: Daniel Frazão

-   Cinco Melodias Rústicas Portuguesas (das “Melodias Rústicas Portuguesas”, IVº Caderno, LG91)(1979), de Fernando Lopes-Graça (1906-1994) (adap. M. Jerónimo)

 

1. Alvorada

2. Romance de D. Fernando

3. Canta o Cuco

4. Dorme, dorme meu menino

5. Carvalhesa

 

-    Aquela Moça (1904) deLuís de Freitas Branco(1890-1955) (transc. M. Jerónimo), versos”Sonâmbula” de Augusto de Lima (1859-1934)

 

-    Alentejano (1941) deLeonel Duarte Ferreira(1894-1959) (transc. M. Jerónimo), Soneto deFlorbela Espanca (1894-1930)

 

-   Der Hirt auf dem Felsen D.965 (1828) deFranz Schubert(1797-1828), (transc. M. Jerónimo)versos após poemas “Der Berghirt” (1ª, 2ª, 3ª e 4ª estrofes) e “Liebesgedanken” (7ª estrofe) de Wilhelm Müller (1794-1827) e “Nächtlicher Schall” (5ª e 6ª estrofes) de Karl August Varnhagen von

 

Ense (1859-1934)

 

- Una voce poco fa ária da Ópera O Barbeiro de Sevilha (1816)Gioachino Rossini(1792-1868)(transc. M. Jerónimo)

OpuSpiritum Ensemble

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O OpuSpiritum Ensemble tem na sua base de formação um duplo quinteto de sopros: duas flautas transversais, dois oboés, dois clarinetes, dois fagotes e duas trompas. Apesar desta formação de base, este grupo pode expandir-se para formações mais alargadas, apresentar-se com solistas e até outro tipo de conjugações de instrumentos de sopro, cordas e/ou percussão.
Este grupo, fundado e constituído por jovens músicos profissionais com o desejo de promover o seu trabalho num contexto de música de câmara, opta por uma formação quase inexistente no nosso país, usufruindo da evolução crescente de repertório específico para esta formação. Com esta ambição, o OpuSpiritum Ensemble visa, igualmente, explorar vários estilos, podendo moldar-se a vários tipos de eventos e agradar a várias audiências.
O OpuSpiritum Ensemble fomenta e enaltece, como princípios-chave, o espírito de trabalho e o prazer de proporcionar algo mágico e distinto ao seu público, sempre através da Música.

Recital de Piano - Marta Menezes

Marta Menezes é uma das mais promissoras pianistas portuguesas da sua geração.

Vencedora do 1.º prémio no Concurso Beethoven no Royal College of Music (Londres, 2013) e do Concurso Internacional de Piano de Nice Côte D’Azur “Simone Delbert-Février” (2013), conta com vários prémios em concursos internacionais em Portugal, Espanha, França e Itália.

Apresenta-se regularmente em recital, tendo actuado em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Suíça, Itália, Alemanha e Cabo Verde.

Como solista, apresentou-se com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, com a Camerata MusArt, com a Camerata Amicis e com a Orchestre Régional de Cannes, sob a direcção dos maestros Vasco Azevedo, Gareguin Aratiounian, Carlos Silva e Nicolas Simon.

Marta tem estreado várias obras de compositores portugueses, como Sérgio Azevedo, André Miranda, Nuno da Rocha, Tiago Cabrita e Diogo Alvim, a solo e em música de câmara. Iniciou em 2012 um projecto dedicado à divulgação da música portuguesa para dois pianos e para piano a quatro mãos com a pianista Inês Andrade.

Marta trabalhou em masterclass com os pianistas Vitaly Margulis, Boris Berman, Galina Eguiazarova, Mikahil Voskresensky, Vladimir Viardo, Menahem Pressler, Gabriel Tacchino, Luiz de Moura Castro, José Eduardo Martins, Olga Prats, Álvaro Teixeira Lopes e António Rosado, entre outros.

Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música Jaime Chavinha (Minde), com Gabriela Capaz, tendo estudado mais tarde com Paulo Pacheco. Em 2009 terminou a Licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do pianista Miguel Henriques. Prosseguiu os seus estudos no Mestrado em Música, variante de Performance, na mesma instituição, sob a orientação de Miguel Henriques e Jorge Moyano, onde concluiu o curso com a classificação máxima.

Terminou em 2012 o curso de Master of Performance no Royal College of Music (Londres) com distinção, na classe do pianista Dmitri Alexeev, tendo estudado previamente com Andrew Ball.

Iniciou em 2014 o Doutoramento em Música na Universidade de Indiana (EUA), na classe do pianista Arnaldo Cohen.

Recebeu em 2014 a “Medalha de Prata de Valor e Distinção”, atribuída pelo Instituto Politécnico de Lisboa.

Marta Menezes lançou recentemente o seu primeiro CD, com obras de Beethoven e Lopes-Graça.

Concerto Homenagem a Fernando Lopes Graça

 - Coro Misto Canto Firme

Coro Misto da Cant18121740_1685324064815746_3671365951245239631_oo Firme é composto por cerca 40 elementos, dedicando-se à montagem de repertório de todas as épocas, países,  géneros e autores, com especial incidência na divulgação de música Ibérica, Polifónica, Profana e Religiosa, e da obra coral do compositor português Fernando Lopes Graça “1906-1994”, tendo como principal preocupação artística a conciliação entre a qualidade da escrita musical e as capacidades vocais dos coralistas. Na sua actividade de difusão  realiza uma  média de duas dezenas de concertos por ano, tanto em  Tomar como um pouco por todo o nosso País.

Os coralistas do Coro Misto são recrutados entre pessoas de qualquer idade, com ou sem formação musical, que gostem de estar entre amigos e cultivar o gosto pela boa música através de um trabalho regular,    exigente, com dois ensaios semanais, constituindo-se, além disso, como um espaço de convívio e sã camaradagem entre os elementos.

No estrangeiro, realizou já várias digressões por diversas regiões de França, onde se destacam entre muitos outros, os concertos realizados em Toulouse, Boulogne-sur-mer, Montreuil e Strasbourg, uma digressão por Áustria em 1991, pela região de Linz, tendo realizado concertos em Wartberg, Linz e Kurnach, duas digressões pela Hungria em 1996 e 1999, com concertos em Kisújszállas, Kecskemet, Tiszafoldvár,       Debrecen, Eger, Szolnok, Túrkeve, Cserkeszolo, Martfú, Mesterszállás, Òpusztaszer, Balatonfured e Budapeste e, realizou duas digressões por Espanha, Mérida (2005) e Ávila (2006) e em Agosto de 2009, uma  digressão às Seychelles com vários concertos nomeadamente na      televisão local. Em 2016 participou no conhecido festival “Prague  Summer Choral Meeting”, na cidade de Praga, República Checa.

Fruto do seu trabalho e empenhamento, o Coro tem obras oferecidas ou dedicadas por compositores portugueses contemporâneos como       Fernando Lopes Graça (1906-1994) ou Eurico Carrapatoso (1961-).

 - Coro Misto da Universidade de Coimbra

Coro Misto da Universidade de Coimbra é um organismo autónomo da Associação Académica de Coimbra. Foi fundado em 1956 numa altura em que as mulheres não tinham uma representação significativa nas várias secções e organismos da Academia. Assim, nasceu como Orfeão Misto, tornando-se em 1962, no Coro Misto da Universidade de Coimbra.

 - TAUC

Fundada em 1888, a Tuna Académica da Universidade de Coimbra é um dos mais antigos Organismos Culturais da Academia de Coimbra.

Tendo como primeiro regente António Barbas e Artur Pinto Rocha como o seu primeiro presidente, é um dos grupos académicos mais antigos de Portugal.

Pela TAUC, fruto da sua intrínseca relação com a vida estudantil de Coimbra, passaram grandes nomes cultura e política portuguesa como: António Egas Moniz, José Afonso, José Niza, Vergílio Ferreira, Edmundo Bettencourt, Artur Paredes, Luís Góis, Raposo Marques e Tobias Cardoso.

A TAUC sempre foi um espaço múltiplo, diverso e rico em diferentes projectos, tendo já gerado, entre outros, grupos de música popular e grupos de tangos, sendo actualmente composta por 3 grupos:

A Orquestra-Tuna, que preconiza repertório desde o clássico ao popular, passando pelas baladas coimbrãs, albergando no mesmo espaço instrumentos de cariz popular como bandolins, guitarras clássicas, com instrumentos de cariz mais clássico como flautas transversais, violoncelos e violinos, sendo o grupo mais antigo e contínuo da TAUC.

A Big Band Rags, conhecida pela sua irreverência e entusiasmo, executa temas de rock dos anos 50/60 e jazz, adaptando também alguns temas populares e de Coimbra.

Grupo de Fados, que continuamente mantém a tradição estudantil, executando fados, baladas e canções de Coimbra, apresentando no seu conjunto nomes como José Niza, Luís Góis, José Afonso, Edmundo Bettencourt, António Portugal e Artur Paredes.

A TAUC conta ainda hoje em dia com uma Escola de Música, permitindo a formação em diversos instrumentos como Guitarra Clássica, Guitarra Portuguesa, Bandolim e Violino.

A Tuna Académica da Universidade de Coimbra, já com perto de 130 anos, continua saudável e interessada em recrutar novos membros que tenham gosto pelo convívio e pela música, sendo estes os alicerces para a continuação do grupo nos anos vindouros.

 

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