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CANTAR NATAL 2019

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CANTAR NATAL 2019

 

- Tomar -

23 de Novembro de 2019 a 11 de Janeiro de 2020

 

Entrada livre para todos os Concertos

 

O Natal está quase a bater à porta, e com ele é tempo de mais um “Cantar Natal”.
Este ciclo de concertos é promovido pela Canto Firme em parceria com o Município de Tomar!

 

Orquestra de Sopros do Médio Tejo - 23 de Novembro, 21h30 - Auditório Fernando Lopes Graça

A OrquPHOTO-2019-07-03-13-52-06estra de Sopros do Médio Tejo nasce no seio da Canto Firme de Tomar – Associação de Cultura e do seu Conservatório de Artes através da organização regular de dois Estágios Pedagógicos de Orquestra, que têm lugar em Março/Abril e Agosto, promovidos pelo Conservatório de Artes da Canto Firme de Tomar detentor de Cursos Profissionais de Musica.

A Orquestra de Sopros do Médio Tejo remonta ao ano de 2005, com instrumentistas de vários pontos do país, e que desde início têm tido o privilégio de colaborar com vários Maestros de renome Nacional e Internacional, sendo eles, Jouke Houekstra (Holanda – 2005/2010), Luís Carvalho (Portugal – 2011), Alberto Roque (Portugal – 2013/2015), Jose Ignacio Blesa Lull (Espanha – 2016), Ferrer Ferran (Espanha – 2016) e Félix Hauswirth (Suiça – 2017), Shawn Smith (EUA – 2018) e Matthew George (EUA – 2019).

Por razões artísticas, em Setembro de 2017, a Orquestra de Sopros do Médio Tejo, para além da organização de estágios de orquestra abertos á comunidade, compôs uma formação residente constituída por músicos profissionais e semiprofissionais, tornando-se numa valência da Canto Firme de Tomar – Associação de Cultura, por forma a contribuir para o desenvolvimento cultural da sua região, do seu país, fundamentalmente através da interpretação e performance de obras para Orquestra de Sopros, contribuindo desta forma para a formação de jovens instrumentistas e novos públicos.

A OSMT, desde a sua formação já estreou mundialmente obras para Orquestra de Sopros, queforam dedicadas a alguns dos solistas com quem a OSMT teve a distinção de trabalhar, entre eles Tiago Rosa (Fagote), Simão Francisco (Flauta Transversal) com a estreia da peça Easter Paraphrase – Concerto para Flauta e Orquestra de Jose Blesa Lull, Bruno Cruz (Trompa), Bruno Pascoal (Eufónio) com a peça Baphonium – Concerto para eufónio e Orquestra de Jose Blesa Lull, Mariana Alberto (Violoncelo), e Alberto Roque (Saxofone) que interpretou o Concerto para Saxofone e Orquestra “O Caminho de Teseu”, do compositor português Luís Tinoco.

Em território Nacional a OSMT conta desde o seu início com vários concertos realizados (Tomar, Batalha, Abrantes, Moita, Leiria. etc), pretendendo alargar o seu raio de atuação ao resto do país e estrangeiro.

Para o desenvolvimento das suas atividades, a OSMT conta com uma sala de ensaios na sua Sede, com capacidade para 250 lugares, sendo já referenciado como um importante Pólo Cultural e Social do concelho de Tomar. A nível institucional conta com alguns parceiros, destacando-se a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Município de Tomar, DGPC – Direção Geral do Património Cultural (Convento de Cristo), Agrupamento de Escola Templários (Cursos Profissionais de Instrumentista Sopro e Percussão e Instrumentista Cordas e Tecla) e meios de comunicação social locais.

A nossa área de intervenção é inteiramente dedicada à cultura e à comunidade do ensino artístico especializado da Música.

Orquestra de Sopros Canto Firme - 24 de Novembro, 17h00 - Auditório Fernando Lopes Graça

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A Orquestra de Sopros da Canto Firme (OSCF) nasce no seio do Conservatório de Artes da Canto Firme com a abertura dos seus Cursos Profissionais de Música, os quais se realizam em parceria com o Agrupamento de Escolas Templários.
A OSCF além de contar com os alunos de sopros e percussão dos Cursos Profissionais de Música, conta ainda com alguns alunos do Ensino Oficial de Música do Conservatório e também com a colaboração de alguns professores.
Esta formação procura apresentar repertório original para Banda ou Orquestra de Sopros abordando os mais diversos estilos e compositores.

Voco Ensemble (Quarteto de Eufónios) - 27 de Novembro, 21h30 - Igreja da Misericórdia de Tomar

VocoEnsembleFoto (7)O Quarteto de Eufónios “VOCO Ensemble” surgiu no início do ano letivo 2016/2017 na classe de Música de Câmara do professor Hugo Assunção na Escola Superior de Música de Lisboa. Este agrupamento é formado por alunos e ex-alunos dos cursos de Licenciatura em Música e Mestrado em Ensino de Música.

Este projeto tem como principal objetivo promover o repertório específico e adaptado para esta formação em prol da paixão comum dos seus elementos pela música e pelas vastas sonoridades, timbres e capacidades que o eufónio, o nosso instrumento, proporciona.

O quarteto apresentou-se em público pela primeira vez no dia 24 de Fevereiro de 2017 em Lisboa, na Escola Superior de Música de Lisboa com obras de Telleman, Susato, Tchaikowsky, Jenkins e Carmichael. Atuou no Conservatório de Música do Choral Phydellius em Torres Novas, no Festival APTE 2017 que decorreu no Conservatório de Música do Porto, Museu José Malhoa em Caldas da Rainha, Igreja Matriz de Alcanede, na primeira edição dos Serões dos Claustros em Portel e recentemente no Festival APTE 2019 que decorreu na Escola Superior de Música de Lisboa. Mantem a procura constante por explorar repertório, encontrar novos espaços e oportunidades para partilhar a sua música nesta peculiar formação.

Fazem parte desta formação os eufonistas Bruno Pascoal, Nuno Arraiano, Pedro Frazão e Vitor Martins.

Sociedade Filarmónica Alcanedense - 30 de Novembro, 21h30 - Auditório Fernando Lopes Graça

foto FilarmonicaalcanedenseFundada em Maio de 1898, por iniciativa do Padre da Paróquia de Alcanede, Reverendo João Rebelo, esta Banda recebeu a denominação de Banda Filarmónica de Alcanede.

Mercê dos ensinamentos musicais que este Padre ministrou aos jovens Alcanedenses, e do fervor e entusiasmo que empregou na sua regência, esta Banda teve um período inicial de durabilidade até ao falecimento do citado Padre João Rebelo, no ano de 1913.

A 1 de Maio de 1920, a Banda de Alcanede reiniciou a sua actividade pela “mão” de Isidro Augusto da Silva, homem com elevados conhecimentos musicais, natural desta freguesia e acabado de regressar de Moçambique. Como é apanágio das Bandas, também esta, já na altura, lutava com bastantes dificuldades económicas. Esta situação foi sendo suprimida pelas sucessivas Direcções que, através de várias iniciativas, iam angariando fundos monetários com a captação de sócios auxiliares, actuações em festas remuneradas e com o sacrifício dos próprios músicos que ofertavam o valor dos seus serviços.

A Banda Filarmónica de Alcanede sofreu mais um interregno no período de 1942 a 1945, provocado pela desertificação dos músicos que saíram do seu seio para a formação da Banda do Xartinho. Desde aí até à presente data tem-se mantido no activo, apesar de alguns momentos de fragilidade, normais nestas Instituições. Salientando-se um maior abalo por altura da criação da Banda de Gançaria, formada na integra por músicos pertencentes à Banda de Alcanede.

Não obstante, esta Banda conseguiu suprimir as suas crises, recorrendo ao apoio de músicos de outras Bandas que connosco colaboraram nos serviços que tínhamos comprometido até repormos a normalidade da situação. A criação da Escola de Música, contribuiu enormemente para repor essa situação. Actualmente, a escola mantém-se garantindo assim a continuidade da banda, dando-lhe um carácter sempre juvenil, dado o baixo nível da sua média etária.

Com o aparecimento das “Casas do Povo”, a Banda de Alcanede passou a fazer parte da sua estrutura, adoptando, então, a denominação de Banda Filarmónica da Casa do Povo de Alcanede. Mais tarde, com a extinção desta Casa do Povo, a banda criou estatutos próprios e passou a denominar-se “Sociedade Filarmónica Alcanedense”.

No dia 1 de Maio de 1998 completou o seu 100º Aniversário, comemorado com toda a pompa merecida, uma coletividade que tem sabido manter-se com dignidade ao longo dos anos.

A Banda tem recebido vários galardões, destacando-se a Medalha de Ouro atribuída pela Câmara Municipal de Santarém, durante as comemorações do centenário. Este prémio reconhece o mérito de uma banda que tem espalhado o bom nome, da região de Alcanede e do concelho de Santarém, não só a nível nacional, mas também a nível internacional.

Anualmente a banda participa em vários eventos como concertos, arraiais populares, festividades religiosas e desfiles, a Banda tem actuado em vários pontos do país e, algumas vezes, no estrangeiro. Com efeito, deslocou-se quatro vezes a França, tendo actuado nas regiões de Contréxeville e Bagnères de Luchon e uma ao Estado de São Paulo do Brasil, em 2000, aquando das comemorações dos 500 anos da sua descoberta.

Em Fevereiro de 2003, participou no “I Concurso de Bandas Taurinas”, integrado na “1ª Feira do Touro”, realizado no CNEMA em Santarém, tendo obtido o honroso 1º lugar.

Ao longo dos anos, vários foram os Maestros que passaram pela Banda de Alcanede, entre os quais se lembram Joaquim Lopes, Simões Ribeiro, João Monteiro, João Manuel Pinote, João Vieira Crespo e, actualmente, Alberto César Carreira Lages.

Actualmente, mantém-se em funcionamento a vertente do ensino musical, com a Escola de Música.

Orquestra de Sopros da Escola Superior de Música de Lisboa - 07 de Dezembro, 18h00 - Cine-Teatro Paraíso

Orquestra Sinfónica de Thomar - 20 de Dezembro, 21h30 - Cine-Teatro Paraíso

Coro Misto Canto Firme - 21 de Dezembro, 18h30 - Igreja de Santa Cita

O Coro Misto da Canto Firme13925767_1107241142675139_1730293840694229534_o nasceu em 1980, no seio de uma Sociedade Banda Filarmónica centenária de Tomar. Por razões logísticas e artísticas, o Coro criou a sua própria Associação, dois anos depois, com o nome Canto Firme de Tomar – Associação de Cultura.

Os seus coralistas são recrutados entre pessoas de qualquer idade, com ou sem formação musical, que gostem de estar entre amigos e de cultivar o gosto por boa música, através de trabalho regular e exigente.

Musicalmente, o Coro dedica-se à montagem de repertório de todas as épocas, países, géneros e autores, com especial incidência na divulgação de música Ibérica Polifónica, Profana e Religiosa, e da obra coral do compositor português Fernando Lopes Graça (1906 – 1994 Tomar sua terra natal), onde a principal preocupação artística é a conciliação entre a qualidade da escrita musical e as capacidades vocais dos coralistas.

Na sua actividade de divulgação, o Coro realiza uma média de duas dezenas de concertos por ano, tanto em Tomar como um pouco por todo o nosso país. No estrangeiro, já realizou sete digressões por diversas regiões de França (1985, 1986, 1988, 1989, 1994, 2002 e 2019) onde se destacam, entre muitos outros os concertos realizados em Toulouse, Boulogne-sur-mer, Vincennes, Montreuil, região de Vendée e Estrasburgo; uma digressão pela Áustria, 1991, pela região de Linz, tendo realizado concertos em Waltberg, Linz e Kurnach; duas digressões pela Hungria, 1996 e 1999, nas regiões de Kisújszállas, Tiszafoldvár e Budapeste. Em Espanha, realizou concertos em Mérida, Ávila, Béjar e, no ano de 2014 participou no Festival “La mina e El Mat”, em Langreo – Oviedo, bem como realizou um concerto em Gijón, neste mesma altura. Há ainda a registar em digressão pela Ilha de Mohé (2009) nas Seychelles, onde gravou vários programas paa a televisão local e, regressando a Portugal, uma digressão nos Açores, pelas Ilhas Terceira e Graciosa (2013). No decorrer do ano de 2016 foi um dos representantes de Portugal, no “Prague Choir Summer Festival”, realizado em Agosto na cidade de Praga, na República Checa.

Artisticamente, destaque-se a participação na montagem de uma obra Coral Politinal a 10 vozes, de Luís de Camões e Lopes Graça, cuja estreia mundial se realizou no Convento de Cristo, em Julho de 1985 (sendo a obra dirigida pelo próprio compositor); a representação de Portugal nos “Rencontres Internationales de Chant Choral de Tours de 1988; a gravação do disco “Canto Firme canta Lopes Graça e a Festa dos Tabuleiros”, disco com inéditos do compositor; a participação na elaboração do primeiro Video-Clip de música Clássica realizado em Portugal em 1993; a participação no espectáculo pluri-disciplinar “Viagem”, integrado nas Comemorações Nacionais dos Descobrimentos Portugueses e a participação, em co-produção com a Comuna-Teatro de Pesquisa, no “Auto da Alma” de Gil Vicente com encenação e dramaturgia de João Mota e Música de António de Sousa com apresentações no Convento de Cristo, Mosteiro dos Jerónimos e em Coimbra – Capital Nacional da Cultura, em 2003. Na Festa dos Tabuleiros de 2007 e 2011, participou nas revistas “Enfim a Festa ” I e II, com música de António de Sousa e encenação de João Mota, sob textos de revistas dos anos 30 e 40 (Séc XX) apresentadas em Tomar. Em 2015, integrado na Festa dos Tabuleiros, organizou e realizou no Convento de Cristo, o drama por música “A Afilhada de Santo António”, sob textos de António Torrado, música de António de Sousa e encenação de João Mota. Em 2016 e 2019, teve em cena, no Convento de Cristo, o espectáculo multidisciplinar, teatro música e outra artes “Visita em Viagem”, com direção musical de António de Sousa, dramaturgia, encenação e direção de actores por João Mota. Participou, em 2018, no 3rd Beira Interior International Choir Festival and Competition, na cidade do Fundão, onde obteve um “Diploma de Ouro” e outro “Diploma de Prata”, respectivamente nas categorias de Coro Misto e Folclore.

Fruto do seu trabalho e empenhamento, o Coro tem obras oferecidas ou dedicadas por compositores Portugueses contemporâneos como Lopes Graça (1906-1994), Eurico Carrapatoso (1961-), para além de António de Sousa.   

Coro Misto Canto Firme (XXXIV Concerto de Reis)- 11 de Janeiro, 16h00 - Igreja de São João Baptista

43171067_10156823104241458_1525350604312936448_nO Coro Misto da Canto Firme nasceu em 1980, no seio de uma Sociedade Banda Filarmónica centenária de Tomar. Por razões logísticas e artísticas, o Coro criou a sua própria Associação, dois anos depois, com o nome Canto Firme de Tomar – Associação de Cultura.

Os seus coralistas são recrutados entre pessoas de qualquer idade, com ou sem formação musical, que gostem de estar entre amigos e de cultivar o gosto por boa música, através de trabalho regular e exigente.

Musicalmente, o Coro dedica-se à montagem de repertório de todas as épocas, países, géneros e autores, com especial incidência na divulgação de música Ibérica Polifónica, Profana e Religiosa, e da obra coral do compositor português Fernando Lopes Graça (1906 – 1994 Tomar sua terra natal), onde a principal preocupação artística é a conciliação entre a qualidade da escrita musical e as capacidades vocais dos coralistas.

Na sua actividade de divulgação, o Coro realiza uma média de duas dezenas de concertos por ano, tanto em Tomar como um pouco por todo o nosso país. No estrangeiro, já realizou sete digressões por diversas regiões de França (1985, 1986, 1988, 1989, 1994, 2002 e 2019) onde se destacam, entre muitos outros os concertos realizados em Toulouse, Boulogne-sur-mer, Vincennes, Montreuil, região de Vendée e Estrasburgo; uma digressão pela Áustria, 1991, pela região de Linz, tendo realizado concertos em Waltberg, Linz e Kurnach; duas digressões pela Hungria, 1996 e 1999, nas regiões de Kisújszállas, Tiszafoldvár e Budapeste. Em Espanha, realizou concertos em Mérida, Ávila, Béjar e, no ano de 2014 participou no Festival “La mina e El Mat”, em Langreo – Oviedo, bem como realizou um concerto em Gijón, neste mesma altura. Há ainda a registar em digressão pela Ilha de Mohé (2009) nas Seychelles, onde gravou vários programas paa a televisão local e, regressando a Portugal, uma digressão nos Açores, pelas Ilhas Terceira e Graciosa (2013). No decorrer do ano de 2016 foi um dos representantes de Portugal, no “Prague Choir Summer Festival”, realizado em Agosto na cidade de Praga, na República Checa.

Artisticamente, destaque-se a participação na montagem de uma obra Coral Politinal a 10 vozes, de Luís de Camões e Lopes Graça, cuja estreia mundial se realizou no Convento de Cristo, em Julho de 1985 (sendo a obra dirigida pelo próprio compositor); a representação de Portugal nos “Rencontres Internationales de Chant Choral de Tours de 1988; a gravação do disco “Canto Firme canta Lopes Graça e a Festa dos Tabuleiros”, disco com inéditos do compositor; a participação na elaboração do primeiro Video-Clip de música Clássica realizado em Portugal em 1993; a participação no espectáculo pluri-disciplinar “Viagem”, integrado nas Comemorações Nacionais dos Descobrimentos Portugueses e a participação, em co-produção com a Comuna-Teatro de Pesquisa, no “Auto da Alma” de Gil Vicente com encenação e dramaturgia de João Mota e Música de António de Sousa com apresentações no Convento de Cristo, Mosteiro dos Jerónimos e em Coimbra – Capital Nacional da Cultura, em 2003. Na Festa dos Tabuleiros de 2007 e 2011, participou nas revistas “Enfim a Festa ” I e II, com música de António de Sousa e encenação de João Mota, sob textos de revistas dos anos 30 e 40 (Séc XX) apresentadas em Tomar. Em 2015, integrado na Festa dos Tabuleiros, organizou e realizou no Convento de Cristo, o drama por música “A Afilhada de Santo António”, sob textos de António Torrado, música de António de Sousa e encenação de João Mota. Em 2016 e 2019, teve em cena, no Convento de Cristo, o espectáculo multidisciplinar, teatro música e outra artes “Visita em Viagem”, com direção musical de António de Sousa, dramaturgia, encenação e direção de actores por João Mota. Participou, em 2018, no 3rd Beira Interior International Choir Festival and Competition, na cidade do Fundão, onde obteve um “Diploma de Ouro” e outro “Diploma de Prata”, respectivamente nas categorias de Coro Misto e Folclore.

Fruto do seu trabalho e empenhamento, o Coro tem obras oferecidas ou dedicadas por compositores Portugueses contemporâneos como Lopes Graça (1906-1994), Eurico Carrapatoso (1961-), para além de António de Sousa.   

 

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